Havaianas, um luxo...
O que celebridades como Madonna, Nicole Kidman e Paris Hilton têm em comum? Todas usam Havaianas, as sandálias brasileiras de borracha que, a partir de 2001, se tornaram produto luxuoso graças à estratégia de marketing liderada por Angela Hirata. Ontem, na convenção da CNDL, ela contou alguns segredos de sucesso. O primeiro é um bom produto, e o segundo é uma equipe motivada para vender nos endereços sofisticados, que ditam moda.
... e democráticas
Apesar dos exemplares de luxo, com preços superiores a R$ 400, a sandália continua acessível para a maioria das pessoas no país. Na foto ao lado, Havaianas personalizadas por Manolo Blahnik para os cem anos da loja inglesa Selfridges. Angela Hirata deixou a Havaianas em 2005 para se aposentar e hoje está no marketing da rede Camicado, de SP, que tem entre os fornecedores a Buddemeyer e a Karsten, de SC.
O Sucesso das Havaianas
Uma das responsáveis pelas sandálias Havaianas serem um dos itens mais ligados ao Brasil mundo afora, Angela Hirata apresentou na 51ª Convenção Lojista em Florianopólis, parte da estratégia adotada pela Alpargatas quando a empresa decidiu investir no mercado externo.
Após reforçar a identidade no mercado interno, a empresa focou o trabalho fora do país a partir de 2001. Em 2005, ainda sob a gestão de Angela, o produto chegava a 60 países.
Parte do sucesso das Havaianas passa pela inovação constante, criação de novas variantes das sandálias, mas respeitando a identidade do produto. A empresária destacou o investimento no empreendedorismo da equipe de profissionais da área que, em 2001, estava desmotivada.
Para exportar, Angela destacou a importância do planejamento e da pesquisa de mercados. Também valorizou o conhecimento da empresa de seus pontos fortes e fracos e a estratégia para internacionalizar com posicionamento de marca.
– Nossa estratégia passou por entender e respeitar a cultura de cada local. Levamos para os diferentes mercados não apenas sandálias, mas um conceito de Brasil – disse.
Após reforçar a identidade no mercado interno, a empresa focou o trabalho fora do país a partir de 2001. Em 2005, ainda sob a gestão de Angela, o produto chegava a 60 países.
Parte do sucesso das Havaianas passa pela inovação constante, criação de novas variantes das sandálias, mas respeitando a identidade do produto. A empresária destacou o investimento no empreendedorismo da equipe de profissionais da área que, em 2001, estava desmotivada.
Para exportar, Angela destacou a importância do planejamento e da pesquisa de mercados. Também valorizou o conhecimento da empresa de seus pontos fortes e fracos e a estratégia para internacionalizar com posicionamento de marca.
– Nossa estratégia passou por entender e respeitar a cultura de cada local. Levamos para os diferentes mercados não apenas sandálias, mas um conceito de Brasil – disse.
Fonte: Diário Catarinense

